Você entra na reunião com o sócio na primeira semana, ouve o empresário falar do problema dele e escreve a peça que vai ser lida. O que é repetitivo e de volume nós resolvemos com tecnologia própria, de forma rápida e eficiente. Você vem para somar e para pensar. É por isso que a régua é alta, e é por isso que se cresce rápido aqui.
E exige outra coisa de você. Também vamos falar sobre isso.
O seu trabalho é lido, discutido e corrigido por quem responde pelo caso, e não por uma camada intermediária. Isso acelera o aprendizado de uma forma que nenhum programa de treinamento reproduz.
Do primeiro contato com o cliente até a decisão final. Os casos são conduzidos pelos sócios, e você trabalha ao lado deles em todas as etapas, dentro da sua especialidade, em vez de receber um pedaço isolado do problema.
Temos formas rápidas e eficientes de dar conta do que é repetitivo, automático e de volume, com ferramentas próprias e infraestrutura nossa. O que se espera de você é justamente o que a máquina não faz: entender o negócio, formar tese e decidir.
E o que exigimos em troca. Aqui não há onde se esconder. O repetitivo a gente resolve rápido, então o que sobra para o advogado é justamente a parte difícil: pensar, decidir e responder pelo que decidiu, diante de clientes que não aceitam resposta pela metade. O ritmo é intenso e a régua técnica é alta. Se você prefere tarefas bem delimitadas e uma trilha previsível, este não é o seu lugar, e dizemos isso com toda a tranquilidade.
Nota alta não impressiona sozinha, e faculdade de nome também não. Procuramos gente que pensa. Quem só funciona quando alguém entrega a tarefa pronta, quem precisa ser monitorado de perto e quem não quer crescer não vai se encontrar aqui.
Advocacia empresarial é texto. Quem escreve com clareza pensa com clareza, e quem não escreve não convence juiz, cliente nem contraparte.
Saber ler um balanço, entender uma margem, perceber por que o cliente quer aquilo. O direito é o meio, o negócio é o fim.
Desenvolvemos e operamos tecnologia de ponta em análise de dados e mapeamento de riscos. Procuramos quem sabe conduzir essa tecnologia e, principalmente, julgar o resultado que ela entrega. A ferramenta acelera. Quem responde é o advogado.
Aqui se entrega um problema, não uma tarefa. Ninguém vai dividir o trabalho em pedacinhos, cobrar o prazo três vezes nem ficar olhando por cima do seu ombro. Quem depende de microgerenciamento sofre. Quem tem iniciativa cresce rápido.
Ninguém vira bom advogado repetindo tarefa mecânica. Aprende-se mais em uma reunião com o sócio e o cliente, discutindo por que aquela cláusula existe, do que em um mês de trabalho braçal. Procuramos quem chega com fome de aprender e sai de cada caso sabendo mais do que entrou.
O empresário conhece o negócio dele melhor do que qualquer advogado. Quem chega pronto para dar aula não dura. Quem escuta, entende a operação e só então opina, vira indispensável.
Os casos são conduzidos pelos sócios, e é assim que deve ser: quem assina responde. Você cresce dentro da sua especialidade, ao lado de quem assina, até estar pronto para assinar também. A sociedade aqui não é prêmio por tempo de casa. É o destino natural de quem pensa, entrega e aguenta.
Nós lemos toda candidatura espontânea, inclusive as que não respondem a uma vaga aberta. Boa parte da nossa equipe entrou assim: chegou antes de existir a vaga, e a vaga apareceu depois.
Enviar candidatura espontânea
Junto com o currículo, escreva alguns parágrafos sobre um problema jurídico empresarial que te interessa e o que você pensa sobre ele. Não precisa ser longo, e não precisa estar certo. Precisa ser seu.
É a parte que mais lemos, e é a que mais pesa.